Bobinas para PDV: o que diz a legislação e como evitar problemas no SAT
A bobina térmica para cupom fiscal não é qualquer bobina. Há especificações técnicas e legais que, se ignoradas, podem causar problemas com a fiscalização — desde rejeição do equipamento até autuação.
O que diz a legislação
A emissão de cupom fiscal (SAT-CF-e em SP, NFC-e nos demais estados) exige que a impressão seja legível por no mínimo 5 anos quando armazenada em condições adequadas (ambiente seco, protegida da luz direta).
Isso significa que a bobina precisa ter:
- Gramatura adequada (geralmente 55g/m² ou mais)
- Sensibilidade térmica que produza imagem nítida
- Camada superficial que resista à abrasão mínima do dia a dia
Bobinas de qualidade inferior podem produzir cupom legível na hora — mas que apaga em meses, deixando o lojista sem registro caso o fisco peça.
Larguras padrão
- 57mm: maquininhas de cartão e impressoras de PDV compactas
- 76mm: terminais antigos de PDV
- 80mm: PDV moderno (Bematech, Daruma, Elgin, Epson)
Confirme a largura no manual da sua impressora — usar largura errada trava o mecanismo e cobra suporte.
Sinais de bobina de baixa qualidade
- Sensação áspera ao toque — falta da camada de revestimento
- Impressão clara mesmo com calibragem alta — sensibilidade térmica baixa
- Cupom que perde nitidez em dias — não atende exigência de durabilidade legal
- Diâmetro de bobina menor que o anunciado — quilometragem real menor
- Emenda interna sem aviso — para o caixa no meio do turno
O que pedir ao fornecedor
- Ficha técnica com gramatura e composição
- Garantia de homologação para cupom fiscal
- Confirmação da largura e diâmetro exatos
- Política de troca em caso de defeito
Garanta a tranquilidade do seu PDV. Trabalhe com bobinas térmicas Datatag — homologadas, com pronta entrega.